em minha primeira semana no atendimento me ocoreu a ideia de publicar cronicas colhidas no suor, lagrimas, e gargalhadas dos municipes.
a primeira é uma cronica da propria burocracia, um mulher simples nas vestes e no modo de falar vem até mim solicitar parcelamento do iptu de determinado imovel, parcelamento é confição de debito e como tal só pode ser feito pelo proprietário do imovel, acontece que o proprietário do citado imovel era um terceiro que se encontrava em lins (lugar inserto não sabido) . mas a tal mulher tinha um processo ganho em primeira instancia de uso-capião que colocava a ja finada mãe dela como responssavel pelo imovel, assim ela para fazer o parcelamento dos debitos precisaria de dar entrada no inventário, pois como inventariante ela poderia fazer o tal parcelamento.
porem para fazer o inventário a mãe dela deveria ter bens à inventariar, coisa que não tinha porque apesar de ja ter ganho o uso-capião em primeira instancia para ser dela em defenitivo presisaria concluir os tramites que só seriam possiveis com a quitação dos iptu's pendentes. mas para quitalos presisava fazer um parcelamento visto que o valor estava alem de suas posses.
bom não sei se deu pra entender, eu até hoje me pergunto se ela conseguiu dar geito.
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